sábado, 15 de agosto de 2009

O PSOL não vai se calar diante da corrupção

Protesto do PSOL pelo "Fora Sarney" é marcado por violência de policiais em Brasília



Cerca de dez militantes do PSOL, que seguravam uma faixa com os dizeres "Fora Sarney e todos os corruptos", foram retirados com violência pela Polícia Militar do Distrito Federal e seguranças em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, na tarde desta quarta-feira, 12/08/2009. Os policiais usaram cassetetes, feriram os manifestantes e só se contiveram com a chegada do senador José Nery e dos deputados federais Chico Alencar (PSOL/RJ) e Ivan Valente (PSOL/SP).

Entre os manifestantes, estava o presidente do PSOL no DF, Toninho Andrade. Ele conta que, apesar da repressão, o objetivo do protesto foi cumprido. "Mostramos a nação que o PSOL não vai se calar diante das denúncias de corrupção no parlamento brasileiro", disse. Toninho teve o dedo da mão machucado durante a ação da polícia.

Segundo ele, n
um primeiro momento, os vigilantes tentaram rasgar a faixa e conseguiram retirá-la das mãos dos militantes à força. Em seguida, a Polícia Militar do DF chegou para ampliar a repressão. "Um dos PM's usou covardemente um instrumento de descarga elétrica contra nós", afirmou. Com a interferência dos parlamentares, a faixa foi devolvida e estendida no gramado em frente ao Congresso.

Logo após o protesto, o dirigente do PSOL, Rodrigo Pereira e mais um manifestante foram detidos dentro do Senado e encaminhados para a Polícia Legislativa. Foram liberados minutos de
pois após negociação também intermediada por Nery, Chico e Ivan.

Atos na quinta-feira 13, às 10h, vários movimentos, partidos e entidades se reúnem na sede nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília, para declararem a insatisfação com a crise no Senado e pelo afastamento de José Sarney.

Já na sexta
, a partir das 14h, a Conlutas, Intersindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), PSOL e outras entidades e movimentos sociais farão uma caminhada da Torre de TV até o Ministério da Fazenda, onde integrantes do MST estão acampados, também pelo "Fora Sarney" e moralização da política. E sábado as manifestações serão em todo Brasil.

Aletheia Vieira/Assessoria de Imprensa do senador José Nery
Foto: Antônio Jacinto Índio

Bancada do PSOL apoia ações pela reforma agrária



Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária

11-Aug-2009

Os deputados Ivan Valente, Chico Alencar e Geraldinho foram prestar solidariedade e apoio aos trabalhadores rurais do Movimento Sem-Terra e da Via Campesina em ação da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, nesta terça-feira 11. Os trabalhadores ocupam o Ministério da Fazenda, em Brasília, e exigem que Governo Federal invista na promoção da Reforma Agrária no País, além do desenvolvimento dos assentamentos já instituídos.

O MST cobra o descontingenciamento de R$ 800 milhões do orçamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para este ano e aplicação na desapropriação e obtenção de terras, além de investimentos no passivo dos assentamentos. O ato também exige o assentamento das 90 mil famílias acampadas pelo país e o investimento em habitação, infra-estrutura e produção de 45 mil famílias que estão assentadas apenas no papel.

A Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária acontece em pelo menos 11 estados e no Distrito Federal.

sábado, 8 de agosto de 2009

Psol faz campanha por filiados e muda diretoria executiva

07/08/2009 - 10h51
Redação 24 Horas News


Interiorizar o PSOL, conseguindo assim um número maior de filiados. Este é o objetivo da nova diretoria executiva do Diretório Estadual. Pensando nas próximas eleições o partido realizou o Segundo Congresso Estadual com o tema Partido e Socialismo, que discutiu a atual conjunta política mato-grossense, as bases e, principalmente a necessidade de elaboração do plano de governo, visando as eleições de 2010 e estratégias para que o partido tenha uma postura firme em defesa da sociedade.

Adeildo Alves de Moura, secretário de informação do Psol disse que o partido vem ganhando adeptos e ressaltou que o processo de interiorização vem sendo intenso. Segundo ele, o partido deve ter uma chapa forte, com candidatos do interior.

O congresso também foi importante para a eleição da Diretoria Executiva do Diretório Estadual, composta pelos seguintes membros: Presidente: Marcos Magno de Castro Ferreira; Tesoureiro: Wilsom Conceição Lava de Barros; Secretário Geral: Jeová Caetano Júnior; Secretário de Formação Política: Mauro César Lava de Barros; Secretário de Informação: Adeildo Alves de Moura; e Suplentes: Paulo Sérgio Macedo de Souza, Dária Pereira de Souza.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Arquivamento de representações do PSOL é punhalada na esperança do povo


Senador José Nery afirma que existe um "conluio de interesses escusos"
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06-Aug-2009

O presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB/RJ) arquivou duas das três representações do PSOL durante a reunião do colegiado ontem. A ação de suspeição feita pelo partido para que Paulo Duque se considerasse inapto a analisá-las por ter dito à imprensa que os atos secretos eram uma “bobagem” e que o PSOL “não existia” também foi indeferido por ele. As representações do PSOL contra José Sarney e Renan Calheiros pedem a abertura de investigação por quebra de decoro parlamentar por conta dos chamados "atos secretos" do Senado.

O PSOL considera que as decisões de Duque foram antiregimentais e trabalha na definição da melhor maneira de se voltar contra o arquivamento e o indeferimento do ato de suspeição.

Após a reunião, José Nery apontou a existência de um "conluio de interesses escusos". “Aqui começou a ser servida uma pizza que a população brasileira não aceitará”. O parlamentar defendeu o afastamento do presidente José Sarney do cargo, e afirmou que, caso não haja investigação das denúncias, o Senado não vai funcionar e não haverá "condição de votar matéria alguma". Para ele, "o apego ao poder, a corrupção e a negativa das investigações poderão levar a um grande impasse institucional e vão prejudicar o Brasil e desmoralizar o Senado".

Suspeição - Ainda durante a reunião, quando Nery, após o indeferimento, alertou para que a ação de suspeição deveria ser feita pelo plenário do Conselho, o presidente foi indiferente ao pedido, atitude vista como arrogante pelo senador do PSOL.

Apesar das especulações preliminares de que as denúncias seriam arquivadas pelo fato de Duque fazer parte da “tropa de choque” de José Sarney e a maioria dos integrantes do Conselho de Ética ser da base aliada, Nery revelou que esperava pelo menos que um processo fosse aberto. “A representação é um pedido de investigação que pode ser feito por documentos e depoimentos. Não é uma sentença de culpa. Ao arquivá-la perde-se a chance de pelo menos apurar os fatos apontados”.

O presidente do Conselho de Ética afirmou que as representações apresentam "alegações genéricas e contraditórias", sem documentos de comprovação do conteúdo de matérias jornalísticas. Duque disse também que as denúncias do PSOL "se apóiam em mera suposição" ao afirmar que João Carlos Zoghbi e Agaciel Maia, ex-diretores do Senado, "teriam realizado diversos atos ilícitos, possivelmente com a ciência e/ou conivência de seus superiores".

O parecer sobre a terceira representação do PSOL, voltada contra José Sarney a respeito de desvios de financiamento público para a Fundação do presidente do Senado no Maranhão, deve ser dado até sexta-feira. Paulo Duque também vai se manifestar sobre outras três representações do PSDB contra José Sarney e outras quatro denúncias do senador Arthur Virgílio - duas delas assinadas também pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF).

Fonte : www.josenery.com.br

Nota do senador José Nery


O presidente do Senado falta com a verdade
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06-Aug-2009
O Partido Socialismo e Liberdade, através de seu representante no Senado Federal, senador José Nery (PA), divulga a seguinte nota em referência à nota distribuída pelo presidente do Senado, José Sarney, em que novamente falta com a verdade. Sobre a nota divulgada pelo presidente do Senado, José Sarney na manhã de hoje, o senador José Nery (PSOL/PA) esclarece: - No texto da representação do PSOL ingressada junto à Secretaria Geral da Mesa do Senado Federal no dia 30/06/09, que pede a investigação por quebra de decoro parlamentar de José Sarney, foi publicada uma lista com 15 nomes de pessoas ligadas a ele de alguma forma e que teriam sido beneficiadas com atos secretos. - Consta nessa lista, retirada na íntegra dos sites dos jornais “Folha de São Paulo” e o “O Estado de São Paulo” o nome de Rodrigo Cruz na página 4 da representação. - Na página 3, há duas referências em nota de rodapé com os links dos sites onde a lista poderia ser vista. No site do jornal “O Estado de São Paulo” consta que Rodrigo Cruz foi o servidor ligado ao ex-diretor geral do Senado, Agaciel Maia, e não Rodrigo Miguel Cruz que trabalhou no gabinete da ex-senadora Roseana Sarney e é citado na nota divulgada por José Sarney. Rodrigo Miguel Cruz não está na lista publicada pelos jornais referentes a atos secretos. - Conclui-se que ao divulgar a nota, o senador José Sarney faltou com a verdade, pois o PSOL não divulgou na representação o nome de um servidor que não estaria envolvido nos atos secretos. A assessoria jurídica do partido se baseou unicamente nas informações dos dois veículos.
Assessoria de Imprensa do senador José Nery

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009