segunda-feira, 27 de julho de 2009

Daniel Ortega S. - Plaza de la Revolución - 30 de abril de 2008


"Tenemos que hacer una lucha revolucionaria, y eso pasa, por forjar conciencia de clase. No basta el ser obrero, y eso lo decían los clásicos del marxismo, lo decía Marx... no basta ser obrero para ser revolucionario. Se necesita ¡la conciencia de clase! para ser revolucionario; para no convertirse en un instrumento de la contrarrevolución"

sábado, 25 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

“Nada incomoda mais um canalha que uma pessoa de bem. Fere a auto-estima do canalha saber que há pessoas honestas."


Reforma Ortográfica - BOX – O que muda?


HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"

TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados

ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)
2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)
3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")
4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)
5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"

ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem"
2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"

ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"
2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"
3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem

GRAFIA
No português lusitano:
1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo"
2. será eliminado o "h" de palavras como "herva" e "húmido", que serão grafadas como no Brasil -"erva" e "úmido"

extraido de: http://culturaeducacao.blogspot.com/

Muhammad Yunus — quem é segundo mais votado intelectual?


12 08 2008Este é o segundo da série de perfis das pessoas votadas como os maiores pensadores do mundo de hoje em pesquisa feita pelas revistas Prospect da Inglaterra e Foreign Policy dos EUA no primeiro semestre deste ano.


Veja:

Fethullah Gülen – quem é o intelectual n° 1 do mundo?
Você conhece os 10 mais importantes intelectuais de 2008?

Muhammad Yunus, (Chittagong, 28 de junho de 1940) é um economista e banqueiro de Bangladesh.

Em 2006 foi laureado com o Prémio Nobel da Paz. É autor do livro Banker to the poor (em Portugal, O banqueiro dos pobres, sem edição no Brasil). Pretende acabar com a pobreza através do banco que fundou, do qual é presidente. O governo de Bangladesh é o principal acionista deste banco [Grameen Bank], que oferece ativamente microcrédito para milhões de famílias. Yunus afirma que é impossível ter paz com pobreza.

Muhammad Yunus formou-se em Economia em Bangladesh, doutorou-se nos EUA e foi professor na Universidade de Dhaka. Em 1976, constatou as dificuldades de pessoas carentes em obter empréstimos na aldeia de Jobra, em um Bangladesh empobrecido e recém-separado do Paquistão. Por não poderem dar garantias, os bancos recusavam-lhes as pequenas quantias que permitiriam comprar materiais para trabalhar e vender, e os usurários taxavam os empréstimos com juros altos.

Muhammad Yunus criou então o Banco Grameen, que empresta sem garantias nem papéis.O banco tem 7.500.000 (sete milhões e meio de clientes) em mais de 70 mil aldeias em Bangladesh. Mulheres são a maioria de sua clientela: elas são 97% dos beneficiários. A taxa de crédito paga de volta, sem danos, sem insolvência é de 98,5%.

O seu lema é: Dê poder aos pobres. [ Empower the poor ]. Ele acredita, por exemplo, que as mudanças na vida cotidiana mundial conseqüentes dos avanços em tecnologia, estão trazendo mais modificações na vida de todos do planeta que não se pode comparar com qualquer tipo de desenvolvimento do passado. Por isso é imprescindível que a tecnologia mais avançada esteja ao alcance de todos inclusive dos mais pobres entre os pobres. Um exemplo do avanço da tecnologia que ele dá, é uso dos telefones celulares que trouxeram grande revolução no modo de vida de milhões e milhões de pobres no mundo.

Yunus criou uma variedade enorme de negócios todos sob o domínio das Companhias Grameen. A maioria destas companhias tem a ver com tecnologia: a maior companhia de telefones celulares de Bengladesh, que também é a maior companhia privada do país, um provedor de internet, uma companhia de produtos eletrônicos, uma companhia de consultoria de negócios na internet, e uma construtora de edifícios com escritórios de alta tecnologia. Yunus ajudou também a criar aproximadamente 25 companhias e instituições tanto em Bengladesh, como em outros países, cujo intento é ensinar aos pobres como saírem da pobreza, como melhorarem seu modo de vida. Entre os muitos negócios que construiu com esta finalidade estão companhias de criação de peixes em tanques, companhias de tecelagem em malha e planos de saúde. Sua maior preocupação no mundo da tecnologia é a invenção de ferramentas tecnológicas que possam vir a ajudar os pobres diretamente, principalmente ajudar às mulheres pobres de países do terceiro mundo.

Quando perguntado por que esta preocupação de colocar alta tecnologia a serviço dos pobres ele responde que não é um seguidor de C.K. Prahalad, autor do livro: The Fortune at the Bottom of the Pyramid. [ traduzido para o português como: A Riqueza na base da pirâmide, publicado pela Editora Bookman: 2005, 391 páginas, acompanhadas por CD]. Porque “os pobres não são os meios de se fazer dinheiro; eles são um mercado que necessita de ajuda. Os ricos não devem enriquecer a custa dos pobres”.

Por outro lado ele nega veementemente que queira acabar com as companhias que trazem lucro. “Elas precisam existir”, ele diz “mas um outro tipo de comércio precisa existir”. E então ele menciona o projeto que Bill Gates lançou no último Encontro de Davos, chamado “capitalismo criativo”.

Ele acredita que empreender é parte da natureza humana. E que sua maior contribuição seria em mostrar que “as empresas sociais podem e devem fazer negócios com objetivos sociais”. Essa é a grande lição a que se dedica.

texto extraído de: http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/08/12/

Camarada Jeová Caetano fala sobre as falsas caridades na TV da baixada Cuiabana

Nathalie Cardone Comandante Che Guevara Hasta Siempre

Por que o PSOL é o partido da juventude?


Mai Tavares Mendes e Marcio Rosa
Sáb, 24 de Novembro de 2007 22:47

A juventude é um dos mais conturbados e ricos períodos da vida. É quando se entra no mundo do trabalho, quando ocorre um choque de visões entre o âmbito familiar e a sociedade, gerando um sentimento de contestação de valores, muitas vezes levando a um questionamento do sistema. É também o setor mais visado pelo mundo do consumo, bombardeado pela propaganda que padroniza a maneira de vestir e o modelo corporal, estabelece a ditadura das modas e, dessa forma, ensina de maneira massiva a não perguntar os porquês. Ao mesmo tempo, é colocado sem direitos ou perspectivas no mundo do trabalho, como um objeto descartável, afinal há tantos outros jovens e velhos querendo o seu lugar.

O jovem brasileiro de hoje é o que cresceu num mundo em que o capitalismo triunfou. Para ele foi ensinado que o socialismo era sinônimo de atraso e de autoritarismo, e que a democracia em que vivemos era o sistema político mais bem acabado de todos os tempos. Por outro lado, participou ou tem referência nas multidões de jovens na rua contra a corrupção no Fora Collor em 92. Também viveu os duros anos FHC, em que viu muitos dos seus direitos serem sucateados, as riquezas nacionais serem vendidas, como no escandaloso leilão da Companhia Vale do Rio Doce. Pode ser que tenha participado da campanha de Lula em 2002, acreditando que dessa maneira contribuiria para que um novo projeto fosse posto em prática.

Ele viu o PT degenerar nos anos que se passaram. Viu a aliança com o PL, e desconfiou. Depois veio Henrique Meirelles no Banco Central, a Reforma da Previdência retirando os direitos de seu futuro, a liberação dos transgênicos para os grandes latifundiários, a Reforma Universitária privatizando a educação. Veio Também a cooptação dos movimentos sociais, a política de conciliação e os programas assistencialistas: bolsa-família, ProUni, a domesticação da CUT e da UNE. O PSOL surgiu para ser uma alternativa para o jovem que quer lutar e não enxerga onde.

O PSOL é como o jovem brasileiro: pode não ter muita idade, mas sabe que dele depende sustentar as utopias que a “velha esquerda”, adaptada à ordem, fez questão de esquecer. O PSOL é jovem porque mesmo não tendo vivido como partido essa história, traz a experiência de quem passou por ela e não se adaptou ao mais fácil. O PSOL aparece como uma necessidade histórica de mostrar que é possível lutar, que é possível ser socialista sem se render, sem se vender. Porque nos últimos tempos a maior novidade é ser coerente e seguir lutando, com todas as dificuldades que encontramos e continuaremos a encontrar.

O mundo capitalista e neoliberal atinge em cheio esse jovem, lhe privando de cultura e emprego, direitos e prazeres – ele reage de diferentes modos, do hip hop ao movimento estudantil, dos sem terra aos punks, das feministas aos jovens sindicalistas, do movimento negro ao LGBTT*. Ele é negro, mulher, homossexual, índio, sem-terra, sem-teto, quilombola, ribeirinha. Mora na cidade e no campo, e sofre com o desemprego e com a violência, com a situação da educação e da saúde, do transporte e da cultura. Essa é sua luta cotidiana. Essa é a luta do PSOL.

Enquanto todas as autoridades e partidos da ordem silenciaram com a morte de inocentes pela Polícia Militar, o PSOL foi o único a denunciar os abusos militares e a complacência dos governos, a defender os moradores da periferia, dos quais são os jovens os mais afetados. Também está na luta contra os desmandos de grandes empresas como Aracruz, Cargill e Monsanto, que atacam o meio ambiente e as culturas locais de norte a sul do país. Participa e ajuda a organizar a resistência cultural, produzindo e divulgando arte da periferia, organizando iniciativas e centros culturais. Esteve presente em todas as vitoriosas ocupações de reitoria nas universidades de todo o país, lutando contra o sucateamento e a privatização, em defesa da educação pública e de qualidade. Além disso, denuncia a corrupção e luta contra a impunidade, no parlamento e nas ruas.

Em cada uma dessas lutas, o PSOL se fez presente, e são muitas as que virão no próximo período: a resistência diária sem emprego e sem perspectiva, a luta contra as opressões. Para nós, entretanto, não é suficiente. Um novo partido que combate a velha política, um partido jovem e de jovens – essa é a alternativa que o PSOL traz para a juventude brasileira.

(*) Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Transexuais.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Convenção Coletiva de Trabalho 2009, vitória do trabalhador



A negociação 2009 teve início ainda no ano de 2008, exatamente no mês de novembro, onde foi realizada a primeira assembléia com os trabalhadores e traba-lhadoras da indústria gráfica do estado de Mato Grosso, ficaram definido os pontos de reivindicações tanto salarial como aumento no piso das categori-as, inclusão de novas funções como é o caso do operador de CTP e muitas outras questões, neste mes-mo mês foi encami-nhada ao sindicato dos patrões.
O que não foi de surpreender, é o fato de que a entidade representativa dos patrões na indústria gráfica, não ter dado à mínima atenção a pauta de reivindicações dos trabalhadores, sem ao menos encaminhar uma contra proposta à categoria.
Resultando que foi estendendo em reuniões de mês a mês, até chegar ao mês de maio como no ano passado. Porém a categoria está de parabéns pela coragem e persistência, pois não fugiu à luta, as assembléias aconteceram na sua maior parte em praças públicas, e até embaixo de chuva no período noturno, o resultado foi uma vitória.
Pois os patrões queriam dar apenas 3%, a classe persistiu e com a união de grande parte dos trabalhadores se chegou aos 8%, e ainda não permitiu que fosse derrubado direitos já conquistado em outros anos, como o anuênio, o trabalhador mostrou sua força e imprimiu seu recado de que não se intimida frente a burguesia, apenas quer o que lhe é de direito.
A diretoria do STIG/MT, se orgulha em saber que tem lutado por pessoas de valores ímpares, homens e mulheres que valorizam o ofício que escolheram.

PAP – Programa de Alimentação do Trabalhador


PAP – Programa de Alimentação do Trabalhador: Empresas que fornecem o almoço aos seus funcionários, não podem descontar mais que 20% do valor da refeição, existem empresas que estão descontando até mesmo o valor integral, DENUNCIE, o sindicato está recendo as reclamações e promete fiscalizar.
BANCO DE HORAS: Têm chegado comentários aos ouvidos da diretoria do Sindicato que existem gráficas que estão implantando Banco de Horas com seus funcionários, é ilegal e prejuízo ao trabalhador, mesmo porque o Banco de Horas tem que ter o aval do sindicato em comum acordo com os funcionários, assim está na Convenção Coletiva e é Lei. Essa é mais uma maneira do patrão ganhar mais sobre o trabalhador não pagando horas extras, companheiro não aceite esta situação, denuncie ao sindicato.

O trabalhador tem que se politizar





Assuntos da política nacional e regional têm que fazer parte do cotidiano do trabalhador, só assim poderá entender e formar uma opinião política e não agir como uma boiada sendo conduzida por alguém.
O trabalhador não é boi, tem um senso de escolha próprio, ainda mais, tem o poder do voto, é hora de saber usar esta arma, saber votar. Só se politizando, se chega a excelência da escolha certa. Não é verdade que não existam pessoas de bem, com ideologias em prol do trabalhador, se disponibilizando para ser votado a um pleito eleitoral. O que acontece é que o poder do capital fala mais alto, e assim tornando uma luta injusta no campo eleitoral. Companheiros temos que tomar conhecimento dos fatos e pesar na balança, fala bonita ou programas televisivos não mostram o verdadeiro caráter de um cidadão. Por isso não se deixe enganar.

por: Adeildo Alves

Diretor do Sindicato dos Trabalhadores Gráficos do Estado de Mato Grosso

PSOL realiza 2º Congresso Estadual em Mato Grosso


Aconteceu no dia 11 de julho o 2º Congresso Estadual do Partido Socialismo com Liberdade – PSOL, o evento foi realizado na sede do Partido situado na rua Barão de Melgaço, nº 3988 – sala 105, no centro de Cuiabá, e contou com a presença dos delegados estaduais credenciados do Partido, sob a direção do presidente estadual Sr. Marcos Magno, foi discutido a atual conjuntura política no estado de Mato Grosso, as bases, e a elaboração de plano de governo para Mato Grosso, visando as eleições de 2010 e estratégias para a interiorização do PSOL, visto que é um partido de postura firme em defesa da sociedade.
O PSOL pretende abrir uma campanha de filiação partidária, segundo disse o secretário de informação Adeildo Alves, o momento é propício, pois a sociedade tem uma excelente visão do PSOL, por ser um partido que defende as lutas da sociedade em geral, principalmente dos trabalhadores, tanto da cidade quanto no campo, e o partido em sua maioria é composto por trabalhadores e não políticos profissionais hereditários.
Também neste congresso foi eleita a Diretoria Executiva do Diretório Estadual, composta pelos seguintes membros: Presidente: Marcos Magno; Tesoureiro: Wilsom Conceição; Secretário Geral: Jeová Caetano; Secretário de Formação Política: Mauro César; Secretário de Informação: Adeildo Aloves; e Suplentes: Paulo Sérgio e Dária Pereira.
O partido está se estruturando e fortalecendo sua base, para na próxima campanha eleitoral mudar o quadro político em Mato Grosso, nas eleições de 2010 pretende trazer nomes de trabalhadores idôneos, pessoas politizadas que querem acima de tudo contribuir para com a sociedade, não apenas usar uma cadeira no parlamento ou no executivo, mas trazer propostas e soluções. Finaliza Adeildo Alves.